Cristina Amorim

……………… Economia e Gestão do setor Saúde ………………

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Liderança e programas de recompensas

Liderança e programas de recompensas: limites e possibilidades

Por Dione Fagundes Nunes Gomes e Maria Cristina Sanches Amorim
As teorias sobre liderança convergem para a importância do motivar enquanto
atribuição do líder. Há dois modelos de motivação: extrínseca e intrínseca. Embora ambos tratem de recompensa, a forma de atuação ocorre de maneira distinta. Objetiva-se analisar os limites e possibilidades dos programas de recompensa utilizados pelas lideranças nas organizações. Para os autores não behavioristas, as recompensas extrínsecas traduzem-se em formas de manipulação e suborno a favor dos interesses de quem detém o poder. Para os behavioristas, a organização de sistemas de recompensas extrínsecas e intrínsecas é a forma privilegiada de motivar, devendo ser utilizada pelo líder.

Nossa reflexão aponta para as possibilidades de uso equilibrado e planejado tanto das recompensas intrínsecas como das extrínsecas, dependendo do contexto, dos objetivos e da duração do grupo. Utilizamos como metodologia o estudo de autores muito trabalhados em cursos de graduação em administração, tendo em vista situar nossa contribuição precisamente para a leitura crítica desse público.
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Ética em saúde

Ética em saúde

Por Maria Cristina Sanches Amorim e Eduardo Bueno da Fonseca Perillo

A base econômica da nossa sociedade incentiva a busca interminável pelo sucesso e, consequentemente, as condutas competitivas. Faz parte da cultura das organizações e da sociedade a ideia de que as ações motivadas pelos interesses individuais, quando somadas, levam ao bem-estar geral. Existe uma vasta literatura científica que nega tal pressuposto, por exemplo, a teoria dos jogos, de John Nash, popularizada no filme “Uma mente brilhante” – mas a defesa do individualismo como princípio justificador, prossegue.

O fato é que as organizações e a sociedade não podem prescindir da solidariedade e do altruísmo. Daí a tensão permanente entre interesses individuais e coletivos.

Nas organizações do setor da saúde, essa tensão é particularmente importante, aflora nas mais variadas formas e deveria ser objeto de atenção dos gestores das instituições. Uma das formas do conflito evidencia-se na relação entre profissionais de saúde e fornecedores de materiais, equipamentos e medicamentos.

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Análise de conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Gênero, Representação Simbólica e Origem Social nos Conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Por Ítala Maria Bazzarelli e Maria Cristina Sanches Amorim

Os conflitos entre enfermeiras e médicos nos hospitais são fontes de sofrimento para ambas as profissões. Conflitos são característicos de quaisquer organizações capitalistas, mas assumem peculiaridade nos ambientes hospitalares. O artigo avalia as origens e formas assumidas pelo conflito, em hospitais públicos e privados, na perspectiva da teoria política. A pesquisa (qualitativa) partiu de dois pressupostos — a existência do conflito e o entendimento deste como disputa pelo poder. Por meio de entrevistas e questionários levantamos elementos sobre as escolhas das profissões de enfermeira e médico e do padrão de relacionamento entre ambos. A análise das entrevistas mostra que as representações simbólicas das profissões, as diferenças de gênero e de origem social fazem parte da origem dos conflitos e estão na genealogia das disputas pelo poder.
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(Artigo publicado originalmente na Revista Psicologia Política, Jan-Jun 2010)

Poder e Liderança

Poder e Liderança: as contribuições de Maquiavel, Gramsci, Hayek e Foucault

por Maria Cristina Sanches Amorim e Regina Helena Martins Perez

Liderança é um campo amplo no universo do comportamento organizacional.
Os conceitos são problemáticos, no sentido da delimitação do objeto de estudo,
ainda controversa. A maior parte da literatura origina-se na psicologia social,
enquanto que a teoria política é pouco explorada na construção dos conceitos.
Contribuições de autores oriundos da psicologia social, quando “traduzidas”
para o grande público disseminaram estereótipos marcados pelo viés do chamado politicamente correto e pela despolitização do tema.

Neste artigo, o objetivo é mostrar que a ciência política pode ampliar o debate, propondo o estudo das relações entre poder e liderança nas organizações. Em resumo, a conclusão é que a ciência política permite definir liderança como exercício de poder nas organizações, contornando o problema conceitual do tema: poder não tem conotação negativa ou positiva, e exercer o poder é uma contingência da liderança.

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Incentivos para genéricos

Incentivos financeiros para medicamentos genéricos: estudo de caso sobre programa de reembolso

Por Marcos Inocencio, Maria Cristina Sanches Amorim, Arnoldo Jose de Hoyos Guevara, Bruna de Vivo

Para discutir o uso de incentivos financeiros na escolha de medicamentos e avaliar os resultados econômicos de seu uso na indução da substituição de medicamentos de referência por genéricos, em empresa com programa de reembolso, foi realizado um estudo de caso em um grande supermercado. Os dados foram obtidos a partir de pesquisa que atingiu 83.625 beneficiários.

A adoção de incentivos financeiros, na empresa estudada, aumentou o consumo de genéricos sem reduzir os gastos da companhia com o reembolso dos mesmos. O estudo mostrou, ainda, a ocorrência de resultados não planejados — como o aumento do consumo de medicamentos.

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(Artigo originalmente publicado na revista Einstein, 2010)

 

 

Coletânea de artigos científicos e jornalísticos

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* Regulação dos preços e acesso ao consumo de medicamento no Brasil.Maria Cristina Sanches Amorim – Artigo publicado em SILVA, H. DOWBOR, L. ANTAS JR., R. “Os desafios do consumo” Petrópolis, VOZES, 2007.
Os desafios do consumo.Doc

* Dinâmica do segmento da saúde no Brasil: interesses, conflitos e perspectivas.

Publicado em AMORIM, M.C.S. PERILLO, E. (org.) “Para entender a saúde no Brasil.” SP: LCTE, 2007.
Dinâmica do segmento da saúde no Brasil.Doc

* Formação de Gestores na Área da Saúde

Publicado na Gazeta Mercantil 22/02/07 – Pag 3.
Mª Cristina Amorim, economista. Eduardo Perillo, médico. Coordenadores do MBA em Economia e Gestão das Organizações de Saúde da PUC/SP.
Formação de Gestores.Doc

* Regulação econômica na indústria farmacêutica brasileira.

Artigo para o Seminário Nacional de Medicamentos, 2005
Regulação econômica na indústria farmacêutica.Doc

* Comunicação nas organizações – descobrindo possibilidades de ação.

Publicado em DOWBOR, L. Desafios do Trabalho. Petrópolis: Vozes, 2004.
Comunicação nas organizações.Doc

* Comunicação Planejada, recurso fundamental para a eficácia da gestão organizacional.

Artigo publicado pela revista Cadernos de Pesquisa em Administração, da FEA/USP, VOL. 1, nº9, 1999.
Maria Cristina Sanches Amorim

Comunicação Planejada.Doc


ARTIGOS JORNALÍSTICOS

Quem acusa o SUS de “excessiva” autonomia?

Valor Econômico, 23/03/09.
PERILLO, E.B.F. AMORIM, M.C.S.
Quem acusa o SUS.Doc

O que esperar em 2007?
Artigo publicado no Jornal do Sindhosp, fev./07

Documento com vários artigos publicados.
Artigos Publicados.Doc

O desafio de despertar a atenção do cliente

Aprendizagem do consumidor: o desafio de despertar a atenção e conquistar o domínio emocional do cliente

Por Maria Cristina Sanches Amorim e Vanessa Gabas Garrán

A aprendizagem é um dos processos mais importantes do comportamento humano, tornando possível a realização de inúmeras atividades, incluindo o ato de comprar. Assim, o consumidor experimenta uma seqüência de aprendizagem de marcas e produtos por meio de um processo que inclui, entre outras fases, o dispêndio de tempo e atenção, fatores escassos na sociedade contemporânea. O presente artigo possui como objetivo uma reflexão sobre o nível de atenção e envolvimento do consumidor, no contexto do processo de aprendizagem em época de escassez de tempo e numerosa oferta de bens e serviços, e sobre como as empresas devem se posicionar nesse cenário para continuarem atuando de forma lucrativa. A metodologia adotada foi a de revisão teórica dos principais conceitos relacionados ao processo de aprendizagem do consumidor, aos aspectos de experiências e emoções, às tendências de consumo e aos novos desafios colocados às empresas. Considerando-se a escassez de tempo (e, conseqüentemente, de atenção) aliada ao desejo de novas experiências de consumo, conclui-se que as empresas devem atentar para ofertar produtos e serviços que apelem ao sensorial e ao domínio emocional do cliente e não mais somente aos aspectos físico e material.

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(Publicado originalmente em Revista de Negócios, Blumenau, v. 11, n.1, p. 18 – 30)

Âncoras de carreira: o caso TCU

Âncoras de carreira e transformações no modelo de administração: estudo de caso do Tribunal de Contas da União

Por Eduardo Soares da Costa Faro, Maria Cristina Sanches Amorim, Leonardo Trevisan e Luciano A. Prates Junqueira

As transformações nos modelos de administração envolvem alterações nas práticas e comportamento dos trabalhadores nas organizações. A implementação de mudanças gerenciais deve considerar tanto o comportamento quanto motivações dos trabalhadores — que podem ser identificadas  pela análise das âncoras de carreira. Envolvido desde 2004 na implementação de práticas de administração gerencial, o Tribunal de Contas da União (TCU) vem enfrentando dificuldades para substituir o modelo burocrático, constituído ao longo da historia do funcionalismo federal brasileiro.

O objetivo desta pesquisa é identificar as âncoras de carreira dos servidores do TCU, contribuindo para identificar o que impede a implantação do modelo gerencial. Os resultados mostram incompatibilidades entre as principais âncoras de carreira dos servidores e as exigidas (teoricamente) pelo modelo gerencial. Mais ainda, revelam que o atual sistema de recompensas do TCU gera nos servidores resistência às alterações exigidas pelo modelo.

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(Publicado originalmente nos Cadernos Ebape BR / FGV / Dezembro 2010)

Um ensaio sobre religar saberes

Inovação, Complexidade e Aprendizagem: um Ensaio sobre Religar Saberes

Por Lidia Valéria de Souza Lima, Maria Cristina Sanches Amorim, Onésimo de Oliveira Cardoso e Arnoldo José de Hoyos Guevara

A inovação, a abordagem da complexidade e as teorias da aprendizagem são campos tradicionalmente definidos com bibliografias específicas. Este artigo é um exercício de juntar contribuições destas áreas do saber, tendo como foco ampliar o entendimento sobre o fenômeno da inovação. Como evidência do esforço de interdisciplinaridade, e inspirados pela teoria da complexidade, optou-se por utilizar bibliografia não convencional para abordar a aprendizagem. Foi privilegiada a captura suficiente de definições para proceder à análise. As considerações finais apontam para a conveniência de ampliar a compreensão da inovação à luz da complexidade e do aprendizado.

 

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(Publicado originalmente na Revista ADM.MADE, ano 10, v.14, n.2, p.110-120, maio/agosto, 2010)

A experiência da Visa Vale em vale-refeições

Inovação e ruptura: a experiência da Visa Vale no segmento de vale-refeições

Por Lídia Valéria de Souza Lima e Maria Cristina Sanches Amorim

Originada em 2003, a partir de uma inovação de ruptura, a CBSS (proprietária do cartão Visa Vale) alcançou posição de destaque no mercado brasileiro de refeições para os trabalhadores. O objetivo desse artigo é apresentar e discutir os impactos da inovação de ruptura no setor de serviços no ambiente do negócio. A análise mostra que a constituição da empresa e o lançamento do cartão eletrônico para refeições alteraram significativamente a partilha do mercado e que a continuidade de estratégia inovadora é um dos desafios postos para a Visa Vale.

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(Publicado originalmente em Pensam. Real. Ano XII — v. 24, n. 2/2009)

Criatividade & controle nas empresas

Criatividade, inovação e controle nas organizações

Por Maria Cristina Sanches Amorim e Ronaldo Frederico

A criatividade, característica da força de trabalho, e a inovação, resultado da criatividade na forma de mercadoria, são imprescindíveis para a acumulação capitalista.

A criatividade é imaterial, não mensurável em termos de trocas relativas, enquanto a inovação assume a forma de processos ou produtos. As organizações, diante da necessidade de apropriação da criatividade, desenvolvem controles intensos, nas intermináveis relações de poder e contrapoder.

Este artigo discute criatividade e inovação nas organizações como foco privilegiado do controle sobre a força de trabalho.

As considerações finais apontam que, enquanto aumenta a taxa de inovação, são ampliados a subsunção do capital sobre o trabalho, a alienação dos “executivos” e o acirramento da ética individualista.

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(Publicado originalmente na Revista de Ciências Humanas, Florianópolis, EDUFSC, v. 42, n. 1 e 2, p. 75-89)

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