Cristina Amorim

……………… Economia e Gestão do setor Saúde ………………

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Liderança e programas de recompensas

Liderança e programas de recompensas: limites e possibilidades

Por Dione Fagundes Nunes Gomes e Maria Cristina Sanches Amorim
As teorias sobre liderança convergem para a importância do motivar enquanto
atribuição do líder. Há dois modelos de motivação: extrínseca e intrínseca. Embora ambos tratem de recompensa, a forma de atuação ocorre de maneira distinta. Objetiva-se analisar os limites e possibilidades dos programas de recompensa utilizados pelas lideranças nas organizações. Para os autores não behavioristas, as recompensas extrínsecas traduzem-se em formas de manipulação e suborno a favor dos interesses de quem detém o poder. Para os behavioristas, a organização de sistemas de recompensas extrínsecas e intrínsecas é a forma privilegiada de motivar, devendo ser utilizada pelo líder.

Nossa reflexão aponta para as possibilidades de uso equilibrado e planejado tanto das recompensas intrínsecas como das extrínsecas, dependendo do contexto, dos objetivos e da duração do grupo. Utilizamos como metodologia o estudo de autores muito trabalhados em cursos de graduação em administração, tendo em vista situar nossa contribuição precisamente para a leitura crítica desse público.
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Análise de conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Gênero, Representação Simbólica e Origem Social nos Conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Por Ítala Maria Bazzarelli e Maria Cristina Sanches Amorim

Os conflitos entre enfermeiras e médicos nos hospitais são fontes de sofrimento para ambas as profissões. Conflitos são característicos de quaisquer organizações capitalistas, mas assumem peculiaridade nos ambientes hospitalares. O artigo avalia as origens e formas assumidas pelo conflito, em hospitais públicos e privados, na perspectiva da teoria política. A pesquisa (qualitativa) partiu de dois pressupostos — a existência do conflito e o entendimento deste como disputa pelo poder. Por meio de entrevistas e questionários levantamos elementos sobre as escolhas das profissões de enfermeira e médico e do padrão de relacionamento entre ambos. A análise das entrevistas mostra que as representações simbólicas das profissões, as diferenças de gênero e de origem social fazem parte da origem dos conflitos e estão na genealogia das disputas pelo poder.
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(Artigo publicado originalmente na Revista Psicologia Política, Jan-Jun 2010)

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