Cristina Amorim

……………… Economia e Gestão do setor Saúde ………………

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Ética em saúde

Ética em saúde

Por Maria Cristina Sanches Amorim e Eduardo Bueno da Fonseca Perillo

A base econômica da nossa sociedade incentiva a busca interminável pelo sucesso e, consequentemente, as condutas competitivas. Faz parte da cultura das organizações e da sociedade a ideia de que as ações motivadas pelos interesses individuais, quando somadas, levam ao bem-estar geral. Existe uma vasta literatura científica que nega tal pressuposto, por exemplo, a teoria dos jogos, de John Nash, popularizada no filme “Uma mente brilhante” – mas a defesa do individualismo como princípio justificador, prossegue.

O fato é que as organizações e a sociedade não podem prescindir da solidariedade e do altruísmo. Daí a tensão permanente entre interesses individuais e coletivos.

Nas organizações do setor da saúde, essa tensão é particularmente importante, aflora nas mais variadas formas e deveria ser objeto de atenção dos gestores das instituições. Uma das formas do conflito evidencia-se na relação entre profissionais de saúde e fornecedores de materiais, equipamentos e medicamentos.

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Para entender a saúde no Brasil Volume 4

Clique para ler ou baixar o conteúdo do livroLançado em meados do primeiro semestre de 2011, o livro Para entender a saúde no Brasil Volume 4 é a mais recente edição de uma coletânea de artigos de profundidade, inéditos, organizada por Eduardo Bueno da Fonseca Perillo e por mim. Com análises voltadas às áreas de negócios, de gestão, científicas, políticas e técnicas do mercado de saúde, o volume se encontra nas grandes livrarias brasileiras em versão tradicional, impressa.

Mas, se preferir, leia ou faça o download do livro aqui. Clique na capa para ler em tela ou use o botão direito do mouse para baixar, optando por ‘Salvar Destino Como’.

Para entender a saúde no Brasil 4 – Amorim, Maria Cristina Sanches / Perillo, Eduardo Bueno da Fonseca – (c) 2011

> Leia press-release com detalhes sobre a obra, os organizadores e articulistas

Coletânea de artigos científicos e jornalísticos

Para salvar os arquivos em seu computador, clique no link do documento com o botão direito e selecione a opção “Salvar destino como”.

* Regulação dos preços e acesso ao consumo de medicamento no Brasil.Maria Cristina Sanches Amorim – Artigo publicado em SILVA, H. DOWBOR, L. ANTAS JR., R. “Os desafios do consumo” Petrópolis, VOZES, 2007.
Os desafios do consumo.Doc

* Dinâmica do segmento da saúde no Brasil: interesses, conflitos e perspectivas.

Publicado em AMORIM, M.C.S. PERILLO, E. (org.) “Para entender a saúde no Brasil.” SP: LCTE, 2007.
Dinâmica do segmento da saúde no Brasil.Doc

* Formação de Gestores na Área da Saúde

Publicado na Gazeta Mercantil 22/02/07 – Pag 3.
Mª Cristina Amorim, economista. Eduardo Perillo, médico. Coordenadores do MBA em Economia e Gestão das Organizações de Saúde da PUC/SP.
Formação de Gestores.Doc

* Regulação econômica na indústria farmacêutica brasileira.

Artigo para o Seminário Nacional de Medicamentos, 2005
Regulação econômica na indústria farmacêutica.Doc

* Comunicação nas organizações – descobrindo possibilidades de ação.

Publicado em DOWBOR, L. Desafios do Trabalho. Petrópolis: Vozes, 2004.
Comunicação nas organizações.Doc

* Comunicação Planejada, recurso fundamental para a eficácia da gestão organizacional.

Artigo publicado pela revista Cadernos de Pesquisa em Administração, da FEA/USP, VOL. 1, nº9, 1999.
Maria Cristina Sanches Amorim

Comunicação Planejada.Doc


ARTIGOS JORNALÍSTICOS

Quem acusa o SUS de “excessiva” autonomia?

Valor Econômico, 23/03/09.
PERILLO, E.B.F. AMORIM, M.C.S.
Quem acusa o SUS.Doc

O que esperar em 2007?
Artigo publicado no Jornal do Sindhosp, fev./07

Documento com vários artigos publicados.
Artigos Publicados.Doc

Dicas de leituras que valem cada palavra

Economia e Gestão da Saúde

PERILLO, E.B.F. Importação e implantação do modelo médico-hospitalar no Brasil. Tese de doutorado, FFLCH/USP, 2008. Análise de vários problemas atuais do sistema de saúde brasileiro, à luz da história econômica.

CAMPOS, A. G. AMORIM, R. L. C. GARCIA, R. C. (org.) Brasil, o estado de uma nação. DF: IPEA, 2007 Dados e análises sobre o desempenho do setor público brasileiro.

ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE SAÚDE / MINISTÉRIO DA SAÚDE. Indicadores básicos para a saúde no Brasil: conceitos e aplicações. 2ª ed. Brasília: OPAS, 2008. Dados sócio-econômicos e epidemiológicos sobre o setor saúde no Brasil.

INTERNATIONAL SOCIETY FOR PHAMAECONOMICS END AUTCOMES RESEARCH – ISPOR. Custos e saúde, qualidade e desfechos – o livro de termos da ISPOR. SP: ISPOR, 2009. Um “dicionário” com mais de 100 verbetes com os termos fundamentais para a análise dos serviços e produtos de saúde.

Economia e política

DE NEGRI, J.A. SALERNO, M.S. (org.) Inovação, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Brasília: IPEA, 2005 Dados e informações sobre a inovação industrial no Brasil.
2 – Newsweek, Octuber 30, 2006. Hospital Hotspots – why patients are flocking overseas for operations.

Pagamento por performance em hospitais

O pagamento de profissionais da saúde por desempenho – ou, por performance – tem sido discutido em vários fóruns setoriais. Apresento minhas modestas contribuições ao debate.

– O tema é debatido há muito, desde o alvorecer da revolução industrial, ainda que com outros nomes. Há vasta literatura sobre os prós e contra do instrumento, o nome do debate é sistemas de recompensas.

– Quem se aventurar pelo mundo das ciências políticas, sugiro ler o genial Michel Foucault, na edição brasileira “Microfísica do poder”, mais facilmente encontrada em sebos. O leitor imediatamente estabelecerá as relações entre o vigiar e punir foucaultianos e os sistemas de remuneração por desempenho. Quem preferir indicação de leitura desse ano, sugiro “The death and life of great american school system”, de Diane Ravich, publicado pela Basic Books, Nova York. A autora, professora da Universidade de Nova York e conselheira do secretário de educação dos EUA no governo de Bush (o pai) faz reflexões sobre o sistema de educação, mas ainda assim, contribui para as discussões no setor saúde.

– O mais importante na discussão sobre é que os sistemas de remuneração (ou recompensa) por desempenho podem funcionar pra valer, assim, tudo quanto não for alvo do controle e das recompensas deixa de operar.

Para entender a saúde no Brasil Volume 3

Você encontra o Volume 3 do livro Para entender a saúde no Brasil nas grandes redes de livrarias, em versão impressa, tradicional. Ou, se preferir, leia ou faça aqui o download do livro. Clique na capa para ler em tela ou use o botão direito do mouse para baixar, optando por ‘Salvar Destino Como’

Para entender a saúde no Brasil Vol 3 – Amorim, Maria Cristina Sanches / Perillo, Eduardo Bueno da Fonseca  – (c) 2010

 

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Inovação no setor saúde: como?

A vasta literatura sobre inovação pode ser resumida em 2 pontos: 1) o investimento em inovação serve para aumentar o lucro e/ou participação da empresa no mercado; 2) quando a inovação se dá no processo de produção, poderá haver queda do preço do produto e aumento do acesso para o consumidor. O produto ou serviço inovador (principalmente o produto) pode ser vendido com preço de monopólio, capturando maior fatia do lucro total gerado no setor.

Há 3 condições básicas para o investimento em inovação. 1) dinheiro (crédito); 2) apoio estatal (financiamento, regulamentação adequada e compras asseguradas) e ação empresarial coletiva coordenada. Vender a inovação na forma de mercadoria é tão ou mais difícil do que produzí-la, daí a importância das compras governamentais. Em todos os países desenvolvidos, o Estado garante o retorno mínimo do investimento em inovação por meio do seu poder de compra.

No setor dos produtos e serviços de saúde, as tendências de inovação são dadas pela indústria e pela regulamentação estatal, ainda que essa última sozinha, não tenha fôlego para incentivar a inovação. Os prestadores de serviços (hospitais, clínicas, etc.), por sua vez, fazem parte da cadeia de distribuição da inovação produzida pela indústria.

Pressionados pelas fontes pagadoras públicas e privadas (governo, seguradoras e medicina de grupo), os prestadores buscam redução de custos e por isso mesmo, quando investem em inovação, costuma ser em processos. Esta estratégia não é suficiente para que a indústria deixe de determinar o caminho e a intensidade da inovação, assim como absorvendo, por meio do aumento do preço do produto inovador, a maior parcela do lucro. Adicionalmente, a inovação em processos é mais facilmente imitável, não costuma ser protegida por patentes e uma vez disseminada, deixa de oferecer diferencial ao inovador.

A inovação do setor saúde depende das mesmas condições gerais de outros setores, acima citadas: dinheiro, apoio estatal e regulamentação favorável. Cabe aos empresários e executivos públicos coordenarem a ação conjunta para obter estas condições. É pouco provável que uma ou outra empresa consiga isoladamente inovar por um período longo, sem o ambiente propício à inovação. A ação coletiva coordenada é a base do “como” inovar: relativamente fácil de dizer e muito difícil de realizar. Os agentes do segmento saúde não têm tradição e estrutura para a ação coletiva.

Para entender a saúde no Brasil Volume 2

Leia ou faça o download do livro Para entender a saúde no Brasil Volume 2. Clique na capa para ler em tela ou use o botão direito do mouse para baixar, optando por ‘Salvar Destino Como’

Para entender a saúde no Brasil – Amorim, Maria Cristina Sanches / Perillo, Eduardo Bueno da Fonseca – (c) 2009


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Para entender a saúde no Brasil

Leia ou faça o download da primeira edição do livro Para entender a saúde no Brasil. Clique na capa para ler em tela ou use o botão direito do mouse para baixar, optando por  ‘Salvar Destino Como’

Para entender a saúde no Brasil – Amorim, Maria Cristina Sanches / Perillo, Eduardo Bueno da Fonseca – (c) 2008

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