Cristina Amorim

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Liderança e programas de recompensas

Liderança e programas de recompensas: limites e possibilidades

Por Dione Fagundes Nunes Gomes e Maria Cristina Sanches Amorim
As teorias sobre liderança convergem para a importância do motivar enquanto
atribuição do líder. Há dois modelos de motivação: extrínseca e intrínseca. Embora ambos tratem de recompensa, a forma de atuação ocorre de maneira distinta. Objetiva-se analisar os limites e possibilidades dos programas de recompensa utilizados pelas lideranças nas organizações. Para os autores não behavioristas, as recompensas extrínsecas traduzem-se em formas de manipulação e suborno a favor dos interesses de quem detém o poder. Para os behavioristas, a organização de sistemas de recompensas extrínsecas e intrínsecas é a forma privilegiada de motivar, devendo ser utilizada pelo líder.

Nossa reflexão aponta para as possibilidades de uso equilibrado e planejado tanto das recompensas intrínsecas como das extrínsecas, dependendo do contexto, dos objetivos e da duração do grupo. Utilizamos como metodologia o estudo de autores muito trabalhados em cursos de graduação em administração, tendo em vista situar nossa contribuição precisamente para a leitura crítica desse público.
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Poder e Liderança

Poder e Liderança: as contribuições de Maquiavel, Gramsci, Hayek e Foucault

por Maria Cristina Sanches Amorim e Regina Helena Martins Perez

Liderança é um campo amplo no universo do comportamento organizacional.
Os conceitos são problemáticos, no sentido da delimitação do objeto de estudo,
ainda controversa. A maior parte da literatura origina-se na psicologia social,
enquanto que a teoria política é pouco explorada na construção dos conceitos.
Contribuições de autores oriundos da psicologia social, quando “traduzidas”
para o grande público disseminaram estereótipos marcados pelo viés do chamado politicamente correto e pela despolitização do tema.

Neste artigo, o objetivo é mostrar que a ciência política pode ampliar o debate, propondo o estudo das relações entre poder e liderança nas organizações. Em resumo, a conclusão é que a ciência política permite definir liderança como exercício de poder nas organizações, contornando o problema conceitual do tema: poder não tem conotação negativa ou positiva, e exercer o poder é uma contingência da liderança.

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