Cristina Amorim

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Análise de conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Gênero, Representação Simbólica e Origem Social nos Conflitos entre Médicos e Enfermeiras

Por Ítala Maria Bazzarelli e Maria Cristina Sanches Amorim

Os conflitos entre enfermeiras e médicos nos hospitais são fontes de sofrimento para ambas as profissões. Conflitos são característicos de quaisquer organizações capitalistas, mas assumem peculiaridade nos ambientes hospitalares. O artigo avalia as origens e formas assumidas pelo conflito, em hospitais públicos e privados, na perspectiva da teoria política. A pesquisa (qualitativa) partiu de dois pressupostos — a existência do conflito e o entendimento deste como disputa pelo poder. Por meio de entrevistas e questionários levantamos elementos sobre as escolhas das profissões de enfermeira e médico e do padrão de relacionamento entre ambos. A análise das entrevistas mostra que as representações simbólicas das profissões, as diferenças de gênero e de origem social fazem parte da origem dos conflitos e estão na genealogia das disputas pelo poder.
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(Artigo publicado originalmente na Revista Psicologia Política, Jan-Jun 2010)

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Poder e Liderança

Poder e Liderança: as contribuições de Maquiavel, Gramsci, Hayek e Foucault

por Maria Cristina Sanches Amorim e Regina Helena Martins Perez

Liderança é um campo amplo no universo do comportamento organizacional.
Os conceitos são problemáticos, no sentido da delimitação do objeto de estudo,
ainda controversa. A maior parte da literatura origina-se na psicologia social,
enquanto que a teoria política é pouco explorada na construção dos conceitos.
Contribuições de autores oriundos da psicologia social, quando “traduzidas”
para o grande público disseminaram estereótipos marcados pelo viés do chamado politicamente correto e pela despolitização do tema.

Neste artigo, o objetivo é mostrar que a ciência política pode ampliar o debate, propondo o estudo das relações entre poder e liderança nas organizações. Em resumo, a conclusão é que a ciência política permite definir liderança como exercício de poder nas organizações, contornando o problema conceitual do tema: poder não tem conotação negativa ou positiva, e exercer o poder é uma contingência da liderança.

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